23 a 26 de Novembro de 2016
UERJ e UFRJ

23/11/2016

8H – 18H – CREDENCIAMENTO
Hall do Teatro Odylo Costa Filho (Teatrão da UERJ)

8H30 – 9H30 – CONFERÊNCIA DE ABERTURA
Teatro Odylo Costa Filho (Teatrão da UERJ)
Cerimônia solene, com a presença dos reitores da UERJ (Ruy Garcia Marques) e da UFRJ (Roberto Leher)
Conferência de abertura: Profª Raquel Rolnik (Universidade de São Paulo)
Raquel Rolnik é arquiteta e urbanista e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP e é hoje uma das mais importantes autoridades mundiais em matéria urbana. Foi relatora especial do Conselho de Direitos Humanos da ONU para o Direito à Moradia Adequada, por dois mandatos (2008-2011, 2011-2014). Foi diretora de Planejamento da Cidade de São Paulo (1989-1992), coordenadora de Urbanismo do Instituto Pólis (1997-2002) e secretária nacional de Programas Urbanos do Ministério das Cidades (2003-2007), entre outras atividades profissionais e didáticas relacionadas à política urbana e habitacional. É autora dos livros “A Cidade e a Lei”, “O que é Cidade” e “Guerra dos lugares: a colonização da terra e da moradia na era das finanças”.

10H – 13H – CONFERÊNCIAS
Mesa 1 – Políticas, programas e projetos de urbanização de favelas ­– Local: Teatro Odylo Costa Filho (Teatrão da UERJ)
Moderador: Pablo Cesar Benetti (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – UFRJ)
Palestrante 1: Héctor Vigliecca (Arquiteto atuante em Projetos de Habitação de Interesse Social)
Palestrante 2: André Silva (Movimento de Defesa do Favelado – MDF)
Palestrante 3: Antônio Augusto Veríssimo (Ex-integrante do Instituto Pereira Passos/Prefeitura do Rio de Janeiro – servidor aposentado)
Palestrante 4: Ângela Maria Gordilho Souza (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFBA)
Mesa 2 – Urbanização de favelas: desenvolvimento da obra e do ‘pós-obra ­– Local: Auditórios 91 e 93 (9º andar da UERJ)
Moderador: Paulo Magalhães (Consultor independente)
Palestrante 1: Rosana Denaldi (Universidade Federal do ABC)
Palestrante 2: Heloísa Moura Costa (Universidade Federal de Minas Gerais)
Palestrante 3: Bartíria Perpétua Lima da Costa (Confederação Nacional de Associações de Moradores)
Palestrante 4: Alan Brum Pinheiro (Instituto Raízes em Movimento – Complexo do Alemão/RJ).


1
4H – 16H30 – SESSÕES TEMÁTICAS
UERJ
ST 1: O desenho dos programas, projetos e ações de urbanização e suas várias dimensões
(Coordenação da ST1: Solange Carvalho – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU-UFRJ)
LOCAIS: 1.1 – Auditório 91, 9º andar / 1.2 – Auditório 93, 9º andar
ST 2: Desafios colocados para a gestão dos assentamentos após a urbanização
(Coordenação da ST2: Julieta Nunes – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional – IPPUR-UFRJ)
LOCAIS: 2.1 – Sala 9.031, bloco F, 9º andar (Auditório PPCIS) / 2.2 Sala 9.043, bloco F, 9º andar (Auditório PPCIS)
ST 3: Regularização fundiária de favelas e outros assentamentos de baixa renda
(Coordenação da ST3: Luís Carlos Soares Madeira Domingues – Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ)
LOCAIS: 3.1 – Sala RAV 72, bloco F, Faculdade de Direito, 7º andar / 3.2 Sala 7.032, bloco F, Faculdade de Direito, 7º andar

HORTO BOTÂNICO (BIBLIOTECA DO MUSEU NACIONAL) – Acesso pela Estação de Metrô / Trem São Cristóvão
ST 4: Dimensões emergentes nas intervenções em favelas e seus rebatimentos sobre a urbanização e regularização
(Coordenação da ST4: Rafael Soares Gonçalves – Departamento de Serviço Social – PUC-Rio)
LOCAIS: 4.1 – Auditório / 4.2 – Sala 01 / 4.3 – Sala 02


16
H – 17H – APRESENTAÇÕES DE E-POSTERS: DIÁLOGO COM OS AUTORES
Coordenação: Pablo Benetti (FAU-UFRJ) – Hall do Horto Botânico (Biblioteca do Museu Nacional)
 

17
H – 19H – SESSÕES ESPECIAIS
1. O ensino de Habitação de Interesse Social na universidade – Local: Auditório 91 (9º andar da UERJ)
Coordenação: Representantes da Comissão de Habitação IAB UIA 2020
– Luis Carlos Soares Madeira Domingues (Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ)
– Pablo Cesar Benetti (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – UFRJ)
– Ronaldo de Moraes Brilhante (Escola de Arquitetura e Urbanismo – UFF)
– Solange Carvalho (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – UFRJ)
A Sessão Especial busca debater sobre a importância da temática da HIS, com enfoque na urbanização de favelas, para a garantia da qualidade de vida nas cidades, bem como sua representatividade na formação de futuros profissionais de diversas carreiras, problematizando o projeto pedagógico e a estrutura curricular nas universidades, os desafios e particularidades do tema ao aprendizado. Pretende-se aprofundar uma série de reflexões e atividades que diversas Instituições de Ensino Superior (IES) de Arquitetura e Urbanismo, localizadas no Estado do Rio de Janeiro, com o apoio do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB-RJ), tem concretizado, como preparação para o 27º Congresso Internacional de Arquitetos, a ser realizado na Cidade do Rio de Janeiro em 2020 (UIA 2020 RIO). Espera-se que a sessão no II URBfavela 2016, contribua com encaminhamentos e desdobramentos para futuros diálogos no âmbito nacional. A sessão está estruturada em 5 painéis de 15 minutos, apresentados por especialistas de várias partes do Brasil e do exterior, seguida de abertura de debate com a audiência.
CONVIDADOS:
– Marat Troina / IAB (moderador)
– Maria Cristina Cravino / UNGS Buenos Aires
– Maria de Lourdes Zuquim / FAU USP São Paulo
– Roberta Menezes Rodrigues / UFPA Pará
– Ronaldo de Moraes Brilhante / EAU UFF Rio de Janeiro
– Isabela Couto / FAU UFRJ Rio de Janeiro

2.Encontro com o jurista Miguel Lanzellotti Baldez: a experiência do Núcleo de Regularização de Loteamentos e o seu legado para as políticas contemporâneas em favelas
 
– Local: Auditório 93 (9º andar da UERJ)
Coordenação: Maria de Fatima Tardin (Instituto de Estudos Críticos do Direito)

Esta Sessão Especial se propõe a prestar uma homenagem a Miguel Lanzellotti Baldez pela importância de sua trajetória profissional e militante para os movimentos populares de luta por terra e moradia urbanas que se opõem à produção capitalista da cidade.Foi no primeiro Governo Brizola que Miguel Baldez, em sua função de Procurador do Estado, criou um Coletivo da terra do qual se constituiu o Núcleo de Regularização de Loteamentos do Rio de Janeiro. A riqueza da experiência desse conselho popular de caráter deliberativo, na Procuradoria do Estado do Rio de Janeiro, foi fundamental para a sustentação da importância e da viabilidade de uma proposta jurídico-institucional de participação popular na gestão pública, como veio a constar do projeto de emenda popular da reforma urbana, no Capítulo V – Da gestão democrática da cidade.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
– Da vivência de movimentos populares, trazer a experiência de práticas sociais inovadoras compartilhadas com Baldez;
– Da vivência de ex-alunos, trazer a experiência de Baldez na assessoria popular e na extensão universitária;
– Avaliar a experiência do Conselho Popular (2007-2012) articulador de apoio às lutas e resistências de interesse coletivo das favelas do Rio de Janeiro, e seu papel para a mobilização de movimentos de resistência às remoções nesta cidade.
PROGRAMAÇÃO:
17h-17h30 – Abertura
– Emília Maria de Souza – AMAHOR;
– Maria de Lurdes Lopes da Fonseca – MNLM RJ;
– Marina Santos – MST RJ
17h30-18h10 – A experiência do Conselho Popular do Rio de Janeiro – 2007 – 2012
– Maurício Guilherme Braga – Coroado
– Jorge Santos – Taboinhas
– Célia Ravera
– Leonardo Chaves
– Maria Lúcia de Pontes NUTH – DPERJ
– Monsenhor Luiz Antônio Lopes – Pastoral de Favelas
18h10-18h30 – Extensão e Assessoria Popular
– Rafael da Mota
– Fernanda Vieira
Roda de conversa com Miguel Baldez
19h – Lançamento do Livro:
“Pelos caminhos da Justiça e da solidariedade – estudos em homenagem a Miguel Lanzelotti Baldez”.


E-POSTER
Os e‐pôsteres exibem projetos de intervenção (executados ou em proposta) ou resultados de pesquisa, que apresentam inovações metodológicas, tecnológicas ou de gestão e soluções singulares de projeto, bem como pesquisas científicas críticas e relevantes ao estado da arte.
Os e-pôsteres ficarão em exibição permanente no Museu Nacional (Hall da Biblioteca do Horto)
Os autores dos e-pôsteres estarão presentes neste local para um bate-papo com o público sobre seus trabalhos nos dias 23 e 24/11, de 16 às 17h.
Coordenação: Pablo Benetti (FAU-UFRJ)
Local: Hall do Horto Botânico (Biblioteca do Museu Nacional)
(link para programa completo dos e-posters)


VÍDEOS
Os vídeos são produzidos por moradores e/ou movimentos sociais sobre a temática de Urbanização de Favelas.
(link para programa completo dos videos)
Exposição permanente de vídeos

Coordenação: Pablo Benetti (FAU-UFRJ) e Leticia de Luna (UERJ)
Local: Hall do Horto Botânico (Biblioteca do Museu Nacional)


 

ATIVIDADES CULTURAIS

 1. EXPOSIÇÕES FOTOGRÁFICAS
* Favelas cariocas e bidonvilles parisienses – Local: Hall do Teatro Odylo Costa Filho – 8h às 18h
Organizador: LeMetro/IFCS-UFRJ
Esta exposição reúne uma seleção de imagens produzidas por pesquisadores do Laboratório de Etnografia Metropolitana (LeMetro/IFCS-UFRJ) em trabalhos de campo realizados em favelas do Rio de Janeiro, dos anos 1980 aos anos 2010. Além disso, apresenta imagens inéditas de bidonvilles e cités nos arredores de Paris nos anos 1960, produzidas pela antropóloga Colette Pétonnet, no quadro de suas pioneiras pesquisas urbanas.
* O Rio que se queria negar – Local: Corredor entre a Concha Acústica e a Capela Ecumênica – 8h às 22h
Organizadora: Fundação Oswaldo Cruz
A exposição traz ao público o acervo fotográfico do antropólogo norte-americano Anthony Leeds, cedido por sua viúva à Casa de Oswaldo Cruz. As imagens, muitas delas inéditas, exploram a estrutura das favelas cariocas e suas dinâmicas internas sob o olhar do antropólogo, que morou nas favelas do Tuiuti e Jacarezinho, e pesquisou mais de cem favelas do Rio de Janeiro.
Entre as fotos, estão registros de favelas já removidas, como Macedo Sobrinho, antes localizada no bairro do Humaitá, Zona Sul da capital fluminense. É possível também encontrar imagens datadas da década de 1960, de comunidades já tradicionais, como a Rocinha e o Jacarezinho. As fotos acompanham uma história e análise enriquecedora da antropologia e sociologia fluminense e brasileira.
* Revelações Olímpicas Local: Hall térreo do prédio principal da UERJ, próximo aos elevadores – 8h às 22h
Organizador: Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas do Rio, ETTERN/IPPUR-UFRJ, com apoio da Fundação Heinrich Böll Brasil
Esta exposição é fruto de um concurso cultural que teve como objetivo mostrar os impactos dos recentes megaeventos esportivos no Rio de Janeiro e estimular a produção fotográfica nas favelas da cidade, reunindo imagens produzidas por fotógrafos amadores, midiativistas, moradores e lideranças comunitárias entre os anos de 2009 e 2016, que representam e nos fazem refletir sobre as violações de direitos nestas localidades.

2. MOSTRA DE FILMES
17 às 19h Local: Auditório do Horto Botânico (Biblioteca do Museu Nacional)
Título: SER FAVELA: Mostra de Áudio Visual sobre as Favelas e algumas Representações Cinematográficas
Curadoria: Humberto Kzure-Cerquera (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro)
(link para o programa completo)

3. LANÇAMENTO DE LIVROS / RODAS DE CONVERSA

19 às 21h – Hall do 9º andar e Auditórios 91 e 93 da UERJ
Coordenação: Roberto Amado (ISER)

Livros a serem lançados:
– “Fazendo a cidade: trabalho, moradia e vida local entre as camadas populares urbanas” – Luiz Antonio Machado da Silva;
“Antropologia do Conflito Urbano: Conexões Rio-Barcelona” – Organizadores: Neiva Vieira da Cunha, Leticia de Luna Freire, Maíra Machado-Martins e Felipe Berocan Veiga;
“Cidade Alta” – Mario Brum

“A resistência à remoção de favelas no Rio de Janeiro (2007-2011)” – Orgs. Alexandre Mendes/ Giuseppe Cocco
“Vida social e política nas favelas: pesquisas de campo no Complexo do Alemão” – Instituto Raízes do Movimento
Rodas de Conversa:
Auditório 93 (9º andar da UERJ)
19h às 20h – “Pelos caminhos da Justiça e da solidariedade – estudos em homenagem a Miguel Lanzelotti Baldez”
20h às 21h – “Relatório Favelas na Mídia: Como a Vinda da Imprensa Global na Era dos Megaeventos Transformou a Imagem das Favelas” – RioOnWatch
Auditório 91 (9º andar da UERJ)
19h às 20h – “Colección Ciudades de la Gente en América Latina y el Caribe” – Clacso
20h às 21h – “Caracterização e tipologia de Assentamentos precários” – IPEA e
“Vida social e política nas favelas: pesquisas de campo no Complexo do Alemão” –
Instituto Raízes do Movimento e IPEA. – “Caracterização e tipologia de Assentamentos precários” – IPEA

 

24/11/2016

8H30 – 18H – CREDENCIAMENTO
Hall do Teatro Odylo Costa Filho (Teatrão da UERJ)

10H – 13H – CONFERÊNCIAS
Mesa 3 – Regularização fundiária de favelas e outras tipologias de assentamentos ­– Local: Teatro Odylo Costa Filho (Teatrão da UERJ)
Moderadora: Regina Bienenstein (Universidade Federal Fluminense)
Palestrante 1: Betânia de Moraes Alfonsin (ONG Acesso)
Palestrante 2: Gustavo Azevedo (Movimento Nacional de Luta pela Moradia – MNLM)
Palestrante 3: Patryck Araújo de Carvalho (Caixa Econômica Federal)
Palestrante 4: Valério Silva (Fundação Bento Rubião)
Mesa 4 – Dimensões emergentes na urbanização de favelas e seus desdobramentos ­– Local: Auditórios 91 e 93 (9º andar da UERJ)
Moderador: Jorge Luiz Barbosa (Universidade Federal Fluminense)
Palestrante 1: Laura Machado de Mello Bueno (PUC – Campinas)
Palestrante 2: Pe. Luís Antônio (Pastoral das Favelas do Rio de Janeiro)
Palestrante 3: Jaílson de Souza e Silva (Observatório de Favelas)
Palestrante 4: João Pereira Oliveira Júnior (CONAM – Salvador)


1
4H – 16H30 – SESSÕES TEMÁTICAS
UERJ
ST 1: O desenho dos programas, projetos e ações de urbanização e suas várias dimensões
(Coordenação da ST1: Solange Carvalho – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU-UFRJ)
LOCAIS: 1.3 – Auditório 91, 9º andar / 1.4 – Auditório 93, 9º andar

ST 2: Desafios colocados para a gestão dos assentamentos após a urbanização
(Coordenação da ST2: Julieta Nunes – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional – IPPUR-UFRJ)
LOCAIS: 2.3 – Sala 9.031, bloco F, 9º andar (Auditório PPCIS) / 2.4 – Sala CTE, 10º andar

ST 3: Regularização fundiária de favelas e outros assentamentos de baixa renda
(Coordenação da ST3: Luís Carlos Soares Madeira Domingues – Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ)
LOCAIS: 3.3 – Sala RAV 72, bloco F, Faculdade de Direito, 7º andar / 3.4 – Sala 7.032, bloco F, Faculdade de Direito, 7º andar / 3.5 – Sala 7.023 (Sala Celso Melo), bloco A, Faculdade de Direito, 7º andar

HORTO BOTÂNICO (BIBLIOTECA DO MUSEU NACIONAL) – Acesso pela Estação de Metrô / Trem São Cristóvão
ST 4: Dimensões emergentes nas intervenções em favelas e seus rebatimentos sobre a urbanização e regularização
(Coordenação da ST4: Rafael Soares Gonçalves – Departamento de Serviço Social – PUC-Rio)
LOCAIS: 4.4 – Auditório / 4.5 – Sala 1 / 4.6 – Sala 2


16H – 17H – APRESENTAÇÕES DE E-POSTERS: DIÁLOGO COM OS AUTORES
Coordenação: Pablo Benetti (FAU-UFRJ) – Hall do Horto Botânico (Biblioteca do Museu Nacional)

17
H – 19H – SESSÕES ESPECIAIS
3. A Habitat III e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) – Local: Auditório 91 (9º andar da UERJ)
Coordenação: Sandra Jouan (IBase) e Andrea Pulici (Instituto Pereira Passos)
Tem como objetivo avaliar os avanços e desafios proporcionados pelo Sistema ONU/HABITAT, com especial destaque aos acordos firmados no Habitat II, bem como os novos desafios apontados nos debates promovidos no Habitat III para o processo de urbanização mundial e em particular sobre temas centrais da questão urbana no Brasil.
(link para o programa completo)
4. A Cidade como Direito: Pensamento e Obra de Carlos Nelson Ferreira dos Santos – Local: Auditório 93 (9º andar da UERJ)
Coordenação: Jorge Luiz Barbosa (Observatório de Favelas)
Resumo: A sessão tem por objetivo apresentar trajetórias e obras de Carlos Nelson Ferreira dos Santos como professor, pesquisador e urbanista dedicado ao Direito à Cidade. Está estruturada com exposições iniciais de quatro convidados (Maria de Lourdes Costa, Maria Laís da Silva, Marco Antônio Mello e Gerônimo Leitão), seguida de apresentação de vídeo documentário.
(link para o programa completo)


19
H – 21H – SESSÕES ESPECIAIS
5. Assembleia do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU) – Salão Nobre da Faculdade de Direito da UERJ – 7º andar – Bloco F – sala 7005/7007
As assembleias do IBDU constituem uma oportunidade de que novas pessoas se associem a essa instituição, passando a ter direito de voto em suas assembleias. Reúne mais de 100 profissionais de todo o país, envolvidos com o aprimoramento das políticas e da legislação urbana nacional, estadual e local.
A pauta dessa Assembleia prevê os seguintes itens:
1) Balanço das atividades realizadas no ano de 2016;
2) Apresentação e lançamento da Publicação “Ensino do Direito Urbanístico no Brasil”;
3) Indicação e aprovação de novas associações;
4) Diretrizes de atuação para o ano de 2017;
5) Outros assuntos de interesse da Assembleia.


E-POSTER
Os e‐pôsteres exibem projetos de intervenção (executados ou em proposta) ou resultados de pesquisa, que apresentam inovações metodológicas, tecnológicas ou de gestão e soluções singulares de projeto, bem como pesquisas científicas críticas e relevantes ao estado da arte.
Os e-pôsteres ficarão em exibição permanente no Museu Nacional (Hall da Biblioteca do Horto)
Os autores dos e-pôsteres estarão presentes neste local para um bate-papo com o público sobre seus trabalhos nos dias 23 e 24/11, de 16 às 17h.
Coordenação: Pablo Benetti (FAU-UFRJ)
Local: Hall do Horto Botânico (Biblioteca do Museu Nacional)
(link para programa completo dos e-posters)


VÍDEOS
Os vídeos são produzidos por moradores e/ou movimentos sociais sobre a temática de Urbanização de Favelas.
(link para programa completo dos videos)
Exposição permanente de vídeos

Coordenação: Pablo Benetti (FAU-UFRJ) e Leticia de Luna (UERJ)
Local: Hall do Horto Botânico (Biblioteca do Museu Nacional)



ATIVIDADES CULTURAIS

1. EXPOSIÇÕES FOTOGRÁFICAS

* Favelas cariocas e bidonvilles parisienses – Local: Hall do Teatro Odylo Costa Filho – 8h às 18h
Organizador: LeMetro/IFCS-UFRJ
Esta exposição reúne uma seleção de imagens produzidas por pesquisadores do Laboratório de Etnografia Metropolitana (LeMetro/IFCS-UFRJ) em trabalhos de campo realizados em favelas do Rio de Janeiro, dos anos 1980 aos anos 2010. Além disso, apresenta imagens inéditas de bidonvilles e cités nos arredores de Paris nos anos 1960, produzidas pela antropóloga Colette Pétonnet, no quadro de suas pioneiras pesquisas urbanas.
* O Rio que se queria negar – Local: Corredor entre a Concha Acústica e a Capela Ecumênica – 8h às 22h
Organizadora: Fundação Oswaldo Cruz
A exposição traz ao público o acervo fotográfico do antropólogo norte-americano Anthony Leeds, cedido por sua viúva à Casa de Oswaldo Cruz. As imagens, muitas delas inéditas, exploram a estrutura das favelas cariocas e suas dinâmicas internas sob o olhar do antropólogo, que morou nas favelas do Tuiuti e Jacarezinho, e pesquisou mais de cem favelas do Rio de Janeiro.
Entre as fotos, estão registros de favelas já removidas, como Macedo Sobrinho, antes localizada no bairro do Humaitá, Zona Sul da capital fluminense. É possível também encontrar imagens datadas da década de 1960, de comunidades já tradicionais, como a Rocinha e o Jacarezinho. As fotos acompanham uma história e análise enriquecedora da antropologia e sociologia fluminense e brasileira.
* Revelações Olímpicas Local: Hall térreo do prédio principal da UERJ, próximo aos elevadores – 8h às 22h
Organizador: Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas do Rio, ETTERN/IPPUR-UFRJ, com apoio da Fundação Heinrich Böll Brasil
Esta exposição é fruto de um concurso cultural que teve como objetivo mostrar os impactos dos recentes megaeventos esportivos no Rio de Janeiro e estimular a produção fotográfica nas favelas da cidade, reunindo imagens produzidas por fotógrafos amadores, midiativistas, moradores e lideranças comunitárias entre os anos de 2009 e 2016, que representam e nos fazem refletir sobre as violações de direitos nestas localidades.

 
2. MOSTRA DE FILMES
17 às 19h – Auditório do Horto Botânico (Biblioteca do Museu Nacional)
Título: SER FAVELA: Mostra de Áudio Visual sobre as Favelas e algumas Representações Cinematográficas
Curadoria: Humberto Kzure-Cerquera (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro)
(link para o programa)

 
3. SHOW
19 às 21h – Concha Acústica da UERJ
(programação em fase de definição pela Comissão encarregada da produção)

 

25/11/2016

8H – 12H – CREDENCIAMENTO
Sala de apoio da organização – 9º andar, sala 9.037, bloco F (SALA “antiga” das pós-graduações)

09H – 11H30 – SESSÕES TEMÁTICAS
UERJ
ST 1: O desenho dos programas, projetos e ações de urbanização e suas várias dimensões
(Coordenação da ST1: Solange Carvalho – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU-UFRJ)
LOCAIS: 1.5 – Sala 9.031, bloco F, 9º andar (auditório PPCIS) / 1.6 – Auditório B, bloco D, 9º andar / 1.7 – Auditório A, bloco D, 9º andar

ST 2: Desafios colocados para a gestão dos assentamentos após a urbanização
(Coordenação da ST2: Julieta Nunes – Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional – IPPUR-UFRJ)
LOCAIS: 2.5 – Sala 7.006 (Sala Oscar Dias Corrêa), bloco A, Faculdade de Direito, 7º andar

ST 3: Regularização fundiária de favelas e outros assentamentos de baixa renda
(Coordenação da ST3: Luís Carlos Soares Madeira Domingues – Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ)
Oficina sobre a revisão da Lei Nacional de Regularização Fundiária (Lei 11.977/2009), realizada em parceria com o IBDU
LOCAIS: 3.6 – Sala 7.023 (Sala Celso Melo), bloco A, Faculdade de Direito, 7º andar

HORTO BOTÂNICO (BIBLIOTECA DO MUSEU NACIONAL) – Acesso pela Estação de Metrô / Trem São Cristóvão
ST 4: Dimensões emergentes nas intervenções em favelas e seus rebatimentos sobre a urbanização e regularização
(Coordenação da ST4: Rafael Soares Gonçalves – Departamento de Serviço Social – PUC-Rio)
LOCAIS: 4.7 – Auditório / 4.8 – Sala 01

14H30 – 16H30 – CONFERÊNCIAS
Mesa 5 – ‘Como será o amanhã?’ Urbanização de favelas: das lições das experiências às perspectivas de futuro, à luz dos quatro temas-eixo do seminário ­– Local: Auditórios 91 e 93 (9º andar – UERJ)
Moderador: Alex Magalhães (UFRJ/IPPUR)
Debatedor 1: Claudio Acioly Jr. (Organização das Nações Unidas – Agência Habitat)
Debatedor 2: Luiz Antonio Machado da Silva (Universidade do Estado do Rio de Janeiro)
Debatedor 3: Itamar Silva (IBase)
Debatedor 4: Valcler Rangel (Fundação Oswaldo Cruz – Fiocruz)


E-POSTER
Os e‐pôsteres exibem projetos de intervenção (executados ou em proposta) ou resultados de pesquisa, que apresentam inovações metodológicas, tecnológicas ou de gestão e soluções singulares de projeto, bem como pesquisas científicas críticas e relevantes ao estado da arte.
Os e-pôsteres ficarão em exibição permanente no Museu Nacional (Hall da Biblioteca do Horto)
Coordenação: Pablo Benetti (FAU-UFRJ)
Local: Hall do Horto Botânico (Biblioteca do Museu Nacional) – 9h às 13h
(link para programa completo dos e-posters)


VÍDEOS
Os vídeos são produzidos por moradores e/ou movimentos sociais sobre a temática de Urbanização de Favelas.
(link para programa completo dos videos)
Exposição permanente de vídeos

Coordenação: Pablo Benetti (FAU-UFRJ) e Leticia de Luna (UERJ)
Local: Hall do Horto Botânico (Biblioteca do Museu Nacional) – 9h às 13h

ATIVIDADES CULTURAIS

1. EXPOSIÇÕES FOTOGRÁFICAS

* Favelas cariocas e bidonvilles parisienses – Local: Hall do Teatro Odylo Costa Filho – 8h às 18h
Organizador: LeMetro/IFCS-UFRJ
Esta exposição reúne uma seleção de imagens produzidas por pesquisadores do Laboratório de Etnografia Metropolitana (LeMetro/IFCS-UFRJ) em trabalhos de campo realizados em favelas do Rio de Janeiro, dos anos 1980 aos anos 2010. Além disso, apresenta imagens inéditas de bidonvilles e cités nos arredores de Paris nos anos 1960, produzidas pela antropóloga Colette Pétonnet, no quadro de suas pioneiras pesquisas urbanas.
* O Rio que se queria negar – Local: Corredor entre a Concha Acústica e a Capela Ecumênica – 8h às 22h
Organizadora: Fundação Oswaldo Cruz
A exposição traz ao público o acervo fotográfico do antropólogo norte-americano Anthony Leeds, cedido por sua viúva à Casa de Oswaldo Cruz. As imagens, muitas delas inéditas, exploram a estrutura das favelas cariocas e suas dinâmicas internas sob o olhar do antropólogo, que morou nas favelas do Tuiuti e Jacarezinho, e pesquisou mais de cem favelas do Rio de Janeiro.
Entre as fotos, estão registros de favelas já removidas, como Macedo Sobrinho, antes localizada no bairro do Humaitá, Zona Sul da capital fluminense. É possível também encontrar imagens datadas da década de 1960, de comunidades já tradicionais, como a Rocinha e o Jacarezinho. As fotos acompanham uma história e análise enriquecedora da antropologia e sociologia fluminense e brasileira.
* Revelações Olímpicas Local: Hall térreo do prédio principal da UERJ, próximo aos elevadores – 8h às 22h
Organizador: Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas do Rio, ETTERN/IPPUR-UFRJ, com apoio da Fundação Heinrich Böll Brasil
Esta exposição é fruto de um concurso cultural que teve como objetivo mostrar os impactos dos recentes megaeventos esportivos no Rio de Janeiro e estimular a produção fotográfica nas favelas da cidade, reunindo imagens produzidas por fotógrafos amadores, midiativistas, moradores e lideranças comunitárias entre os anos de 2009 e 2016, que representam e nos fazem refletir sobre as violações de direitos nestas localidades.
2. MOSTRA DE FILMES
11 às 13h – Auditório do Horto Botânico (Biblioteca do Museu Nacional)
Título: SER FAVELA: Mostra de Áudio Visual sobre as Favelas e algumas Representações Cinematográficas
Curadoria: Humberto Kzure-Cerquera (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro)
(link para o programa completo)

 

26/11/2016

9H – 17H – VISITAS DE CAMPO
Coordenação Geral: Fernanda Pernasetti (Universidade Federal do Rio de Janeiro)
Ponto de saída e retorno: Avenida Oswaldo Aranha (Radial Oeste), entre os Portões 1 e 7, Campus Maracanã da UERJ

DINÂMICA

As visitas de campo obedecerão o formato de visitas-debate. Em cada uma delas será convidado:
– Um membro do poder público que tenha participado do desenvolvimento e/ou execução da intervenção / projeto voltado para a favela visitada;
– Um pesquisador que tenha avaliado o impacto daquela política específica;
– Moradores e lideranças comunitárias da localidade ou região.

Os convidados ajudarão os participantes a compreender os desafios envolvidos em cada experiência, estabelecendo diferentes olhares sobre o mesmo caso, com o intuito de qualificar e orientar a discussão, tornando a visita um momento formativo e reflexivo a respeito dos problemas e dos resultados das intervenções mais recentes nas favelas do Rio de Janeiro.


R
OTEIROS
ROTEIRO 1 – Zona Oeste: Vila Autódromo e Colônia Juliano Moreira (Conjunto EsperançaMCMV-Entidades; PAC Urbanização de Favelas; outras experiências de urbanização)
Coordenação: André Sobrinho e Carmem Silveira (Programa de Desenvolvimento do Campus Fiocruz da Mata Atlântica – PDCFMA – Fiocruz)
O caso da Vila Autódromo é emblemático do processo mais recente de remoção das favelas atrelado à reestruturação da cidade, da construção da Cidade Olímpica e da expansão da fronteira urbana para a Zona Oeste, agravando o problema da cidade difusa, representando um exemplo importante de mobilização popular, com impactos reais na cidade e conseguindo minimizar alguns impactos mais negativos dos projetos urbanos hegemônicos. No caso da Colônia Juliano Moreira, várias configurações de assentamentos populares se articulam, abrindo um leque de experiências e questões de grande gravidade e delicadeza (p. ex. a dominação territorial exercida pelas milícias em espaços populares). O Conjunto Esperança pode ser olhado como um dos exemplos de experiências bem-sucedidas de cooperativismo popular, que contou com a participação ativa de um dos movimentos de moradia organizados nacionalmente, que obteve financiamento do MCMV-Entidades. Podem ser observadas, ainda, experiências de urbanização de favelas pelo PAC, bem como de regularização fundiária em áreas de imóveis públicos institucionais, como aquela desenvolvida pela Fiocruz.


ROTEIRO 2 – Subúrbio: Manguinhos
Coordenação: José Leonídio (Fiocruz) e Thiago Mattioli (Raízes em Movimento)
Roteiro que busca mostrar casos distintos de grandes favelas do subúrbio, bem como travar contato com experiências do PAC-Favelas, que trouxe um leque diversificado de intervenções territoriais. Manguinhos é um lugar que contempla diferentes formas de moradia juntas: conjuntos habitacionais, casas de favelas e conjuntos de diferentes períodos (pós-guerra, Favela-Bairro, e os mais recentes do PAC). Também permitiria visualizar a rápida degradação das intervenções do PAC, muito embora sejam obras inauguradas em 2008. Local com intensa vida associativa, podendo gerar um debate bem rico um contato com os grupos locais, tais como: Conselho Comunitário, CGI, Fórum Social, etc. 


ROTEIRO 3 – Baixada Fluminense: Jardim Gramacho, Parque das Missões e Vila Beira Mar
Coordenação: Guilherme Karakida (Casa Fluminense)
Roteiro que busca ênfase na discussão sobre loteamentos, sobre as questões ambientais e de segurança pública que afetam os assentamentos de baixa renda. Numa visão abrangente sobre as chamadas “favelas cariocas”, é fundamental buscar contato nos municípios vizinhos ao Rio de Janeiro, em lugares que recebam a classificação de “loteamento informal” ou outras, e que ás vezes rejeitam a classificação como “favela”. Isso lança luz sobre o debate de que determinadas favelas possuem mais infraestrutura e serviços do que muitos loteamentos. Entretanto, estes não têm a mesma visibilidade e não recebem a devida atenção do poder público. Essa falta de apelo político dos loteamentos se dá justamente por não terem esse status de “favela”, que se tornou ao longo do tempo uma categoria de luta. Também é uma forma de questionar a pouca importância que é dada a esses locais (tão ou mais necessitados que favelas) tanto pelo poder público, quanto pela academia e pela opinião pública de um modo geral. Põe em questão a centralização de investimentos na capital e nas favelas da capital em detrimento de outros espaços. O fosso da desigualdade se torna muito mais profundo quando expandimos nosso horizonte de análise para além da capital e contemplamos a região metropolitana, cujas cidades periféricas têm indicadores de condições de vida e serviços públicos – em educação, saúde, segurança, infraestrutura urbana etc. – muitos piores do que a capital e aqueles das cidades periféricas de metrópoles vizinhas. Deseja-se chamar atenção para esse recorte e para a necessidade de uma visão ampla, se quisermos pensar em redução de desigualdades e no aprofundamento democrático. Essa visita vai no sentido de propor um deslocamento que ultrapasse as fronteiras da capital e que permita aos participantes experimentarem a cidade de fato: a cidade metropolitana.


ROTEIRO 4 – Tijuca e Zona Sul: Borel / Indiana e Chapéu Mangueira / Babilônia
Coordenação: Mario Brum (Universidade do Estado do Rio de Janeiro)
Roteiro com ênfase no Morar Carioca Verde. Exemplares da descontinuidade desse Programa, em que pese alguns aprimoramentos conceituais que trazia, em relação a experiências anteriores, como o Favela-Bairro. São casos que lançam a reflexão a respeito do problema de uma possível descaracterização das favelas, por conta do fenômeno da “remoção branca” ou pelo mercado, ou “enobrecimento”, além da questão dos custos crescentes das tarifas públicas e suas influências sobre o território. São casos que também ilustram a organização popular de base de contestação a projetos concebidos sem adequada participação da população. Representam, ainda, situações de aplicação da chamada “política de pacificação”, com base nas quais se podem avaliar seus efeitos.


ROTEIRO 5 – Centro / Região Portuária: Ocupação Manuel Congo – Cinelândia (MCMV-Entidades), Quilombo das Guerreiras e Instituto dos Pretos Novos
Coordenação: Fabiana Ramos (SEBRAE/RJ)
Roteiro com ênfase nas experiências de ocupação de prédios abandonados, no chamado “circuito da herança africana”, além de incluir a favela mais antiga da cidade (e talvez do país). A experiência de Manoel Congo pode ser olhada como outra que exemplifica as experiências bem-sucedidas de projeto de moradia popular em área central e de cumprimento da função social da propriedade, a partir da ação direta dos movimentos populares, que recuperam edificações abandonadas para usos socialmente necessários, experiência de real significado de superação da segregação socioespacial. Simboliza também as potencialidades de práticas populares de autogestão.
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